A duvida me consumia. Será que ela sabia que eu estava ali? Se sabia, porque de tudo aquilo? E se não sabia, em quem ela estava pensando? Meus pensamentos se embaralhavam, parte de mim se consumia em duvidas e a outra parte só queria relembrar aqueles instantes de tesão. O dia foi passando e eu cada vez mais apegado ao meu antigo mundo. Que coisa mais louca! A vontade era de passar toda a eternidade naquele quarto. Observando, sentindo todo aquele mundo de sensações que do lado lá, nem pensar... (rsrs) Volta logo minha princesa. O dia passou mais lento que corrida de lesma em câmera lenta. Vixeee!! Mas a noite chegou, e com ela minha princesa. Desta vez eu parti pra o ataque. Ao vê-la tirar a roupa, tratei de me aproximar dela, pude perceber que ela sentira outro arrepio e continuei. Tentei abraça-la, mas ela passou direto por dentro de mim! Então fui para o banheiro. Ela entrou no chuveiro e eu também. A agua caía ela se ensaboava e eu tentava tocar seu corpo. A excitação era tão grande que eu quase podia sentir a maciez de sua pele, a consistência dos seus seios, o cheiro que exalava de sou corpo. Eu estava tão radiante de excitação que ela por alguns instantes pode sentir o meu toque, e soltou um leve suspiro. Aquele gesto me deixou ainda mais atraído e com o desejo ainda maior. E então deslizei para suas pernas e toquei sua vênus. (hummm...) Oh Deus, porque só depois de morto é que essas coisas me acontecem?!? Era o que se passava em minha mente. Mas prosseguir. Era tão intenso que novamente ela suspirou. Abriu as pernas levemente e se apoiou na parede ficando de costas para mim e empinou levemente sua bunda. Eu entendi de imediato e intensifiquei minhas ações. Os suspiros aumentavam, ela se esticava, já estava na ponta dos pés. Eu acelerava meus movimentos, e a medida que aumentavam os suspiros eu também aumentava minha intensidade até que ela soltou um suspiro ainda maior e por alguns segundos senti como se estivesse com as mãos molhadas. Ela virou-se na minha direção e fez o gesto de um beijo na minha direção. Minha alma estava em brasa, parecia que todo o fogo do mundo estava em mim. Eu era um vulcão prestes a entrar em erupção. Mas como eu ia consumar aquele desejo?
Ela pois uma apenas uma camisola e foi para a cama. E eu que já não me aguentava mais de tanto desejo fui também. Existia algo entre nós, mas tinha algo ainda maior querendo me expulsar dali. A amiga paranóica de minha princesa estava na minha cola, eu sabia que ela não pararia antes de me mandar para o outro lado!! A filha da mãe de alguma forma me sentia ou pelo menos me usava pra poder colocar seus planos sujos em pratica. Dizia para a mãe que estava se sentindo deprimida, que não tinha forças para sair do quarto, que a vida pra ela já não fazia mais sentido. E a explicação era sempre a mesma: o vulto preto que sempre aparecia em seu quarto na hora aproximada em que o copo quebrou. Agora me diga uma coisa! Que preconceito da porra, você já viu que todo espírito imundo branquin chama de vulto preto?!?! Veja só, se não tenho razão! Pois a miserável racista tinha encontrado a desculpa perfeita pra seus problemas de falta de (...) – vocês sabem... – e a mãe dela não ia sossegar enquanto não me devolvesse pra meu lugar. E mais uma vez eu ia ficar na mão... (kkkkkkkkk)Na mão (...) se ligaram???
...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk mais uma vez na mão! kkkkk calma, tenha fé! tudo vai se encaixar! [kkkkk] se encaixar [...] entendeu?! kkkk.
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkk muito boa!!! tenha fe que um dia vc entra na gruta de venus
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