Diálogos Post-Mortem
Este blog tem o objetivo primeiro de receber postagens de conversas minhas depois de ter passado por esta vida!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Um final quase feliz!! (rs)
quinta-feira, 12 de maio de 2011
A missão por um fio!
Estávamos tão envolvidos que nem fomos capazes de perceber. Olhávamos ainda incrédulos. Como aquilo aconteceu? O numero era incrivelmente grande! Alguns milhares de fãs da nossa baranga, praticamente congestionaram sua caixa de mensagens, com pedidos, elogios e coisas do gênero! Record
Enquanto eu vivia meu dilema, uma atitude me surpreendeu. Supernerd num ato de extremo cavalheirismo, aproximou-se da baranga, primeiro pegou sua mão, olhando fixamente em seus olhos, depois a envolveu em um abraço e proferiu a seguinte frase: “ você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida”. (ecaaaaaaaaa que melação!!) Me senti como se estivesse naqueles livros tipo Julia, Sabrina e Bianca (quem já tem 30 vai saber o que estou dizendo). Mas a verdade é que deu certo. Enquanto eu vivia meu dilema, não percebi que nosso nerd assumira o controle e felizmente ele salvou a minha morte!! Poia baranga girl retribuiu aquela declaração com um longo beijo, que mesmo eu estando em segundo plano, pude sentir a paixão que transbordava dele (do beijo). Mas eu precisava fazer alguma coisa, pois aquela EMO-BABAÇÃO não poderia continuar por muito tempo, eu já estava ficando enjoado. Eles se abraçavam, trocavam carinhos, ficavam inventando apelidinhos um para o outro. O coisa piorou de vez quando começaram a falar de restart! Oh Jesus! “Você assistiu aquele show que rolou mês passado?” (perguntou o nerd) “Sim, eu estava lá na primeira fila estava de saia vermelha, com uma blusinha lilás, meias ¾ de litas horizontais branca e vermelha, e com uma lágrima desenhada com lápis de maquiagem” (respondeu a baranga). “Caraca, que loucura porque eu também estava naquele show, vestindo uma calça verde e amarela, com uma camiseta branca e um colete preto, um chapeuzinho” (nerd). “Nossa! Você devia estar muito lindo naquele show!” (baranga). “Ah! Que nada, você que deveria esta linda! Com todos o carinhas te olhando!” (nerd). E isso é só uma palhinha, a coisa se tornava ainda pior a cada frase. Então resolvi reassumir o controle! Deitei nossa baranga na cama novamente e mais uma vez estávamos nos entregando à volúpia! Eu já tinha cumprido a missão, mas precisava deixar minha marca! Eu tinha que deflorar seu botãozinho! Humm delíciaa! Só espero não ficar viciado nessa baranga!
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Dia D (parte III)
Aquela pequena explosão foi apenas o inicio de uma noite tórrida. Nosso NERD estava dando um verdadeiro esculacho na baranga. Depois de uma boa surra de língua e de alguns segundos de recuperação, foi a vez de “baranga girl” retribuir ao “supernerd”. E ela não ficou por baixo! Literalmente! (rrsrsrsrsrsr) Derrubou nosso amigo na cama, colocou a camisinha com a boca, com uma maestria digna das profissionais e sentou-se toda fogosa no "little nerd". Ela rebolava devagar e muito intensamente, tinha ritmo. Ritimo que ia aumentando, aumentando, até que ela entrou numa dança frenética. Poucas vezes senti algo assim. Nossa que deliciaa! Mexe vadia, mexe gostoso, mata seu homem de prazer, eu dizia pra ela, puxei-a pelos cabelos, peguei com força pela sua nuca e com a outra mão apertava seu seio! Ela estava ficando ainda mais louca, estava pedindo pra que eu te batesse. Eu já estava acostumado com aquilo, mas nosso supernerd se espantou, eu sentia que ele hesitava, mas fui mais forte e ele atendeu aos desejos de baranga girl. Ela gemia loucamente, parecia ter esquecido que sua mãe estava em casa. Ela foi diminuindo o ritimo, parecia estar cansando. Não pestanejei, mudei de posição. Coloquei nossa amiga deitada de barriga para baixo, coloquei abaixo um travesseiro, de modo a deixar bem empinada sua linda bunda, juntei suas pernas ( hummmm como eu adoro essa posição) e coloquei lentamente até o ultimo milímetro dentro de sua grutinha!!! Ao sentir todo aquele volume dentro e tão apertadinho ela gemeu. Iniciei meus movimentos, comecei lentamente e fui aumentando. Eu puxava seus cabelos como se estivesse cavalgando, e a medida que eu aumentava força e intensidade aumentavam seus gemidos. Supernerd estava prestes e chegar ao clímax, ele ia botar tudo a perder, eu precisava evitar. Naquele momento, um verdadeiro duelo iniciou-se dentro do corpo de supernerd. Eu tentava a todo custo desviar sua concentração para que ele não chegasse ao fim. “Eu não aguento mais”, dizia ele. Não seja idiota, aproveite a sensação, esse é o bom do sexo, eu dizia pra ele. “Mas eu não consigo”, ele retrucava. Seja homem, resista, eu dizia! E sem saber que era possível nosso NERD foi conduzindo nossa baranguinha a mais uma explosão de prazer. Dessa vez quase um “big bang erótico”. Ela pedia pra ser xingada, pra que ela batesse nela, e na sua desmesura de prazer, atendia a todos os seus apelos. O clima era intenso, nem mesmo eu estava mais conseguindo me segurar. Nossos movimentos prosseguiam, como que numa cavalgada louca para o delírio. Até que ela gritou! Hummmmmm! Ela estava explodindo de desejo e eu não resisti e também liberei todo o meu tesão. Pude sentir o "little nerd" ser apertado por sua grutinha de vênus, ela apertava e folgava, seguindo a pulsação de seu coração. Nossos corpos estavam trêmulos eu já não tinha mais controle de nada, era só instinto. Durante alguns segundos parecia não haver, cama, quarto, casa ou qualquer outra coisa além de nós dois! Havíamos chegado lá, e juntos!! A missão havia sido completada com sucesso! E o melhor senti um prazer extremo ao realiza-la. Tanto prazer, que eu queria mais! Sentir seu cheiro, gosto, seu prazer escorrendo em meu corpo e todas as sensações daquela noite, me fez me sentir um pouco vivo. Desfalecemos de prazer por alguns minutos! E quando recobramos a consciência (...) o susto.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Dia D (parte II)
Consegui sufocar seu grito, abracei-a com tanta força que pude sentir todo o seu corpo colado ao meu. Opaaaaa, meu não!! Do NERD! Ecaaaaaaa! Mas deixando de lado esses dilemas, a verdade é que o contato entre os dois corpos fez o calor subir, pude perceber os pelos de baranga eriçados, tirei a mão de sua boca. Sua respiração ofegava, mas não parecia ser devido aos instantes de sufocamento causado pela minha ação. Então resolvi solta-la. Mesmo não estando mais presa ela continuou colada em mim. Olha tá ficando muito difícil essa coisa de ficar separando o NERD de mim, então toda vez que eu me referir a mim, leia-se NERD e vice-versa! Entendeu? Rsrsrsrsrsrsrsr
Bom, saindo da filosofia e voltando para a prática, a verdade é que ela ficou coladinha em mim. Ela estava com o lencinho no rosto, com uma calcinha escrotissíma, daquelas que mal cobre a frente a atrás tem o nome “SEXY” na junção das três tiras que compõe a calcinha, era preta. Ela já estava sem o sutiã, que só pra constar fazia par com a calcinha. Quando eu olhei nos seus olhos não tive duvidas, eram duas fogueiras acesas. Não pestanejei. Fui de encontro a ela com todo fogo que ardia em mim. Era tudo muito selvagem, nos agarrávamos com tanto desejo que parecia que éramos as ultimas pessoas no mundo. Ela começou a tirar minhas roupas enquanto eu tentava correr seu corpo com minhas mãos, queria mapear cada milímetro daquele corpo (hummmm e que corpo). A única coisa que não queria que ela tirasse era o lenço, mas tudo bem. Eu já estava no fogo então...
Ela já havia tirado minha camisa e agora estava tirando minha calça. Dentro da cueca, “ele”, já estava em ponto de bala, louquinho pra entrar em cena. Ela tirou minha calça e me empurrou na cama. Puxou minha cueca com uma agilidade que poucas profissionais possuem. Montou por cima de mim me beijou a boca depois meu pescoço e começou a descer até meu peito. Chupou meu mamilo, horas mordiscando, horas apenas chupando. O NERD, já estava perto de melar tudo, mas eu tentava desviar sua concentração pra aproveitar toda aquela disposição de nossa baranga. Ela continuou a descida, beijou minha barriga e foi descendo até chegar no parquinho de diversões. Caraca, a baranga estava mesmo sedenta por sexo, porque nunca tinha visto tamanha gula. O NERD, não passava vergonha, estava na casa dos 20cm e ela engolia tudo até o talo. O ritmo era frenético. Parecia uma máquina. Nosso NERD estava delirando, quase atingindo o nirvana. Mas eu perturbava sua mente todo o tempo para que ele não antecipasse o fim daquela deliciosa brincadeira. Depois de muito se divertir e me dar prazer, foi minha vez de atacar. Puxei ela pelos braços, virei a posição, segurei suas mãos e comecei a beija-la. Beijei sua boca, orelha, pescoço. Ela cheirava bem, o perfume era bom, mas o cheiro de seu sexo era melhor, todo seu corpo exalava tezão. Comecei a correr minha língua por seus mamilos, fazendo movimentos circulares, e dava leves mordiscadas, eles estavam rijos e seus pelos todos eriçados. Desci e beijei seu umbigo, passava minha língua nele, ela murmurava e soltava pequenos gemidos, a respiração sempre ofegante. Desci um pouco mais, e tirei sua calcinha com meus dentes. Abri suas pernas lentamente e logo pude ver sua grutinha de vênus. Rosada, toda molhadinha, pulsando quase que piscando pra mim. Senti nosso amigo NERD hesitar, mas não deixei que ele jogasse agua no brinquedo. E o fiz cair de boca.
Meus movimentos eram intensos, eu revezava entre o seu grelinho e a sua grutinha, e a cada avanço da minha língua, um gemido ainda maior. Ela estava louca! E mais louca ficou quando coloquei um de meus dedos na sua grutinha. O fato de ela esta toda molhadinha facilitava o vai e vem de meu dedo. Ela estava com tanto tesão que quase uivava de prazer. Ficava me pedindo para penetrá-la, mas eu a maltratava. Deixando-a ainda mais desesperada pelo clímax. Resolvi então colocar um outro dedo no seu botãozinho. No primeiro momento um ligeiro desconforto, depois ulos de prazer, acompanhados por movimentos frenéticos, pareciam espasmos de quem estava a sofrer uma crise epilética. Os movimentos e os ulos aumentavam e aumentavam e aumentavam, até que ela se explodiu de prazer!! Senti meus lábios molhados e o seu corpo tremulo!
sábado, 30 de abril de 2011
O Dia D
O dia chegou! E como de costume, minha princesinha saiu para o trabalho e agora eu tinha que correr... Preciso encontrar o NERD e mais que isso dar um jeito de colocar ele na fita da baranga! Coloquei-me na direção da faculdade da baranga! Chegando lá me assustei um monte de maurícios e patrícias... NO meu tempo as faculdades eram diferentes, mais rústicas, as de hoje parecem verdadeiros shopping centers, as pessoas todas produzidas com num desfile de modas. E é moda de todo tipo, tem até espaço para os exóticos kkk. Sem falar nas praças de amamentação, Ohhh de alimentação!! É que o publico é tão criança que me confundi! kkkk. Mas crianças a parte, tenho um NERD pra encontrar. Depois de muito vagar, tive um insight! Saí em disparada para o laboratório de informática e zás! Encontrei o elemento!!! kkk zás é massa né?? Quem assistiu chaves sabe!! kkk por falar nisso ainda passa??kkk
Nosso NERD estava lá, o primeiro da fila. Mas e agora, como induzi-lo a encontrar com nossa amiga baranga? Tentei soprar no ouvido dele, mas ele não me ouvia. Tentei derrubar alguma coisa pra chamar sua atenção, não tive sucesso, ele não desgrudava os olhos da tela! Era aula de programação. Então me lembrei de GOSTH, e aí comecei a escrever no computador que ele deveria encontrar com a baranga! Mas o miserável achou que era um vírus! Caramba!! Esse cara vai ser difícil! Resolvi apelar e levantei a mochila dele, mas mesmo assim o peste não acreditou, achou que fosse algum experimento do seus amigos de mecatrônica! Meu Deus! Ninguém me leva a sério aqui!! Já não se fazem mais NERDS como antigamente! Labutei o dia inteiro com o incrédulo e nada!! Já era hora dele voltar para casa e eu não tinha encontrado um jeito de induzir nosso amigo! Fui seguindo o nosso incauto até a sua casa, e enquanto isso, várias idéias passaram por minha cabeça, mas todas elas sem a menos possibilidade de execução! Sem idéias e muito cansado, resolvi adotar uma medida drástica. Terei eu mesmo que fazer o serviço sujo! Não havia outro jeito. Havíamos chegado à sua casa, ele cumprimentou a mãe e subiu para o quarto. Pôsteres do Restart e da banda do Fiuk espalhados pela parede, debaixo da cama algumas revistas de mulher nua e atrás da porta do guarda-roupas a foto da baranga! Ele era mesmo o cara certo para a missão! Voltei para a sala e esperei que ele tomasse banho. Minutos depois, voltei ao quarto, ele estava de pijama e sentado ao computador, na certa a espera de mais um showzinho de nossa baranguinha (orquídea selvagem - esse era seu nickname na net). Em poucos minutos nossa baranga entrou no link, ele logo se animou! Ele estava eufórico, me lembrei de "O Exorcista IV" "os catatônicos são fáceis de dominar!" E aí mergulhei fundo dentro do NERD! Entrei no corpo dele, que estranho! Sensação de estar mergulhado em um mar de gosma! Mas eu tinha que fazer aquilo! Não foi difícil dominar sua alma inebriada por nossa donzela! Depois de assumir o controle, levantei da cadeira e fui mudar de roupa! Mas que merda! Que roupas horríveis, todas coloridas! Como vou sair na rua parecendo um arco-íris? O que uma alma não faz pra poder ter a mulher que sempre sonhou?!? Oh meu Deus!!!
Vesti aqueles trajes, me perfumei, ao final parecia um jegue na lavagem do Bonfim! Todo enfeitado! Pulei a janela e fui na direção da casa da baranga! No caminho passei por alguns amigos do clubinho de ciências, que caras chatos!!! Eu tinha um trabalho a fazer, estava numa situação extremamente desconfortável doido pra sair de dentro daquele cara e eles ali me enchendo com cálculos de números complexos!! PQP!!! Tinha que me livrar daqueles caras! Foi quando algo divino aconteceu, a mãe de um deles ligou dizendo que já era tarde e finalmente foram todo embora em me deixaram segui com meus planos!! É phoodda ( com PH de pharmacia, OO de cooperativa, DD de toddy e AA de caatinga)!! Os caras na faculdade e as mães ainda mandam neles!!! Kkkkkk por isso que são NERDS! Kkkkk. Segui correndo até a casa da baranga, fui na direção da janela de seu quarto, e pra minha sorte estava entreaberta. Abri lentamente e acenei pra ela. Ela se assustou, e antes que pudesse esboçar uma reação eu pulei pra dentro de seu quarto e a agarrei.
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