terça-feira, 24 de maio de 2011

Um final quase feliz!! (rs)

O clima foi novamente esquentando, logo passamos dos beijos às carícias. minhas mão percorriam novamente o seu corpo enquanto as dela, de bobas não tinham nada, procuravam diversão com meu membro! Ops! Meu não do nerd! Caraca isso esta ficando cada vez mais confuso! Eu mordia sua orelha com desejo enquanto nossos corpos se roçavam. Ela deitou-se por cima de mim e começou a chupar meus mamilos, dando leves mordidas! Humm que delíciaaaaa!!! Logo, senti seus labios descendo lentamente, molhados, sedentos, quentes. O tesão novamente me tomava todo o corpo. A cada toque, a cada carícia, subia ainda mais. Ela me chupava com tanta intensidade que calafrios me tomavam. As vezes ela parava e me olhava com aquela carinha devassa de quem está possuída pela luxúria. A beira de explodir de prazer, eu a tomo em meus braços e a coloco de quatro. Ela me dizia que sempre sonhou em ser comida (palavras dela) daquele jeito, e repetia - quase como se fosse um mantra - "me come meu gostoso, me faz sua safada, sua vadia, puxa meus cabelos"! Aquilo foi me deixando muito louco. Passei o membro na porta de sua grutinha, já toda molhada, algumas vezes só de pirraaça. A cada passada sentia seu corpo se contorcer. Ela urrava, pedia para que eu metesse tudo, estava descontrolada. E eu insistindo em apenas pincelar a entrada de sua grutinha. Até que quando resolvi meter um gemido delicioso pode ser ouvido no quarto me senti molhado!!! Comecei a bombar nossa baranga com gosto, estocadas profundas, com força e com ritimo. Puxava os seus cabelos, tapas em sua bunda. Ela rebolava como louca e urrava! E me dizia que nunca tinha sentido prazer igual, que estava uma delícia que estava pertinho de gozar. Era chegada a hora de deixar minha marca. Ela estava tomada de tesão, totalmente entregue a luxúria. Coloquei um dedo em seu botãozinho, senti que ela ficou ainda mais louca, seu rebolado ficou mais intenso. Fiquei por alguns instantes com o dedo, depois tirei da grutinha e coloquei na porta do botãozinho dela! Ela exitou! pensou em se esquivar, mas eu a segurei! Forcei um pouco e pedi que ela voltasse a rebolar! Aos poucos fui penetrando. mas comecei a sentir algo estranho! De repente senti como se alguma força estranha me tomasse. Mas o tesão era grande demais para que eu podesse perceber com clareza. Eu já estava quase todo enfiado nela. A cada rebolada entrava um pouco mais! Eu puxava seus cabelos e dizia: rebola minha safadinha, rebola que o papai aqui vai fazer você se derreter de prazer! Eu já estava todo enfiado, e agora bombando forte! Ela urrando, agarrada aos lencóis, gemendo, rebolando, dizendo: "ai eu vou gozar, eu vou gozar, eu vou gozar, eu vou goooozarrrr!! E eu dizia eu também, estou pertinho, peeeert... (um clarão)! Não! Não! Nããããããããããããããããooooooooooooooo!
(...)
Não entendi nada!! Eu estava quase lá. E agora tudo que vejo são eles dois gozando, tremulos, pálidos, consumidos pelo prazer, exaustos, esgotados e felizes. Como será que ele conseguiu me expulsar de seu corpo? Justo na hora que eu ia desfrutar de meu prazer! Deixar minha marca! Eh! Vida de fantasma de terceiro escalão é mesmo uma droga, sempre acontece algo pra acabar com a felicidade de gente. Bem diz o povo que quando urubu tá de azar o que voa em baixo caga o que voa em cima!! PQP! Mas pelo menos agora terei minha princesinha só pra mim!! Não vejo a hora! Como será que ela deve está? Será que está sentindo minha falta? Vou agora mesmo e Voando! Mas estou sem forças! Essa coisa de entrar nos outros consome muita energia, me sinto fraco! E agora como posso me recuperar? Não posso me apresentar assim pra minha princesa! E agora, o que farei?
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quinta-feira, 12 de maio de 2011

A missão por um fio!

Estávamos tão envolvidos que nem fomos capazes de perceber. Olhávamos ainda incrédulos. Como aquilo aconteceu? O numero era incrivelmente grande! Alguns milhares de fãs da nossa baranga, praticamente congestionaram sua caixa de mensagens, com pedidos, elogios e coisas do gênero! Record em acessos. Estávamos pasmos! Não conseguíamos acreditar naquilo. Mas a verdade é que, quando surpreendi nossa amiga, com uma entrada sorrateira pela janela de seu quarto, ela já estava preparada para seu showzinho cotidiano. As coisas foram acontecendo tão rapidamente quem não percebemos que a transmissão já havia sido iniciada! Toda aquela profusão de prazer e erotismo tinha ganhado as redes, as informações foram se multiplicando avassaladoramente e todos viram nossa intimidade! Um clima tenso tomou conta do quarto. Parecia que nosso herói tinha dado uma imensa bola fora. Senti seu rosto corar. Baranga girl estava boquiaberta, não sabia o que dizer. Eu estava louco pra dar mais uma, mas percebia que o clima não era favorável. O que será que aquelas câmeras transmitiram? Será q poderíamos ser identificados por aquelas imagens. Desligamos rapidamente o computador e ficamos ali, apenas nos olhando, separados por um oceano de constrangimento. E eu, doidinho pra me livrar daquele corpo! Se não ia rolar um bis, então já não fazia mais sentido ficar ali! Mas a missão estava em risco, baranga girl poderia ficar ainda mais deprimida se fosse reconhecida nas imagens e nosso supernerd, com o filme queimado, não teria mais chances com nossa baranga. Agora era eu que experimentava toda aquela tensão.

Enquanto eu vivia meu dilema, uma atitude me surpreendeu. Supernerd num ato de extremo cavalheirismo, aproximou-se da baranga, primeiro pegou sua mão, olhando fixamente em seus olhos, depois a envolveu em um abraço e proferiu a seguinte frase: “ você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida”. (ecaaaaaaaaa que melação!!) Me senti como se estivesse naqueles livros tipo Julia, Sabrina e Bianca (quem já tem 30 vai saber o que estou dizendo). Mas a verdade é que deu certo. Enquanto eu vivia meu dilema, não percebi que nosso nerd assumira o controle e felizmente ele salvou a minha morte!! Poia baranga girl retribuiu aquela declaração com um longo beijo, que mesmo eu estando em segundo plano, pude sentir a paixão que transbordava dele (do beijo). Mas eu precisava fazer alguma coisa, pois aquela EMO-BABAÇÃO não poderia continuar por muito tempo, eu já estava ficando enjoado. Eles se abraçavam, trocavam carinhos, ficavam inventando apelidinhos um para o outro. O coisa piorou de vez quando começaram a falar de restart! Oh Jesus! “Você assistiu aquele show que rolou mês passado?” (perguntou o nerd) “Sim, eu estava lá na primeira fila estava de saia vermelha, com uma blusinha lilás, meias ¾ de litas horizontais branca e vermelha, e com uma lágrima desenhada com lápis de maquiagem” (respondeu a baranga). “Caraca, que loucura porque eu também estava naquele show, vestindo uma calça verde e amarela, com uma camiseta branca e um colete preto, um chapeuzinho” (nerd). “Nossa! Você devia estar muito lindo naquele show!” (baranga). “Ah! Que nada, você que deveria esta linda! Com todos o carinhas te olhando!” (nerd). E isso é só uma palhinha, a coisa se tornava ainda pior a cada frase. Então resolvi reassumir o controle! Deitei nossa baranga na cama novamente e mais uma vez estávamos nos entregando à volúpia! Eu já tinha cumprido a missão, mas precisava deixar minha marca! Eu tinha que deflorar seu botãozinho! Humm delíciaa! Só espero não ficar viciado nessa baranga!

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Dia D (parte III)

Aquela pequena explosão foi apenas o inicio de uma noite tórrida. Nosso NERD estava dando um verdadeiro esculacho na baranga. Depois de uma boa surra de língua e de alguns segundos de recuperação, foi a vez de “baranga girl” retribuir ao “supernerd”. E ela não ficou por baixo! Literalmente! (rrsrsrsrsrsr) Derrubou nosso amigo na cama, colocou a camisinha com a boca, com uma maestria digna das profissionais e sentou-se toda fogosa no "little nerd". Ela rebolava devagar e muito intensamente, tinha ritmo. Ritimo que ia aumentando, aumentando, até que ela entrou numa dança frenética. Poucas vezes senti algo assim. Nossa que deliciaa! Mexe vadia, mexe gostoso, mata seu homem de prazer, eu dizia pra ela, puxei-a pelos cabelos, peguei com força pela sua nuca e com a outra mão apertava seu seio! Ela estava ficando ainda mais louca, estava pedindo pra que eu te batesse. Eu já estava acostumado com aquilo, mas nosso supernerd se espantou, eu sentia que ele hesitava, mas fui mais forte e ele atendeu aos desejos de baranga girl. Ela gemia loucamente, parecia ter esquecido que sua mãe estava em casa. Ela foi diminuindo o ritimo, parecia estar cansando. Não pestanejei, mudei de posição. Coloquei nossa amiga deitada de barriga para baixo, coloquei abaixo um travesseiro, de modo a deixar bem empinada sua linda bunda, juntei suas pernas ( hummmm como eu adoro essa posição) e coloquei lentamente até o ultimo milímetro dentro de sua grutinha!!! Ao sentir todo aquele volume dentro e tão apertadinho ela gemeu. Iniciei meus movimentos, comecei lentamente e fui aumentando. Eu puxava seus cabelos como se estivesse cavalgando, e a medida que eu aumentava força e intensidade aumentavam seus gemidos. Supernerd estava prestes e chegar ao clímax, ele ia botar tudo a perder, eu precisava evitar. Naquele momento, um verdadeiro duelo iniciou-se dentro do corpo de supernerd. Eu tentava a todo custo desviar sua concentração para que ele não chegasse ao fim. “Eu não aguento mais”, dizia ele. Não seja idiota, aproveite a sensação, esse é o bom do sexo, eu dizia pra ele. “Mas eu não consigo”, ele retrucava. Seja homem, resista, eu dizia! E sem saber que era possível nosso NERD foi conduzindo nossa baranguinha a mais uma explosão de prazer. Dessa vez quase um “big bang erótico”. Ela pedia pra ser xingada, pra que ela batesse nela, e na sua desmesura de prazer, atendia a todos os seus apelos. O clima era intenso, nem mesmo eu estava mais conseguindo me segurar. Nossos movimentos prosseguiam, como que numa cavalgada louca para o delírio. Até que ela gritou! Hummmmmm! Ela estava explodindo de desejo e eu não resisti e também liberei todo o meu tesão. Pude sentir o "little nerd" ser apertado por sua grutinha de vênus, ela apertava e folgava, seguindo a pulsação de seu coração. Nossos corpos estavam trêmulos eu já não tinha mais controle de nada, era só instinto. Durante alguns segundos parecia não haver, cama, quarto, casa ou qualquer outra coisa além de nós dois! Havíamos chegado lá, e juntos!! A missão havia sido completada com sucesso! E o melhor senti um prazer extremo ao realiza-la. Tanto prazer, que eu queria mais! Sentir seu cheiro, gosto, seu prazer escorrendo em meu corpo e todas as sensações daquela noite, me fez me sentir um pouco vivo. Desfalecemos de prazer por alguns minutos! E quando recobramos a consciência (...) o susto.

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terça-feira, 3 de maio de 2011

Dia D (parte II)

Consegui sufocar seu grito, abracei-a com tanta força que pude sentir todo o seu corpo colado ao meu. Opaaaaa, meu não!! Do NERD! Ecaaaaaaa! Mas deixando de lado esses dilemas, a verdade é que o contato entre os dois corpos fez o calor subir, pude perceber os pelos de baranga eriçados, tirei a mão de sua boca. Sua respiração ofegava, mas não parecia ser devido aos instantes de sufocamento causado pela minha ação. Então resolvi solta-la. Mesmo não estando mais presa ela continuou colada em mim. Olha tá ficando muito difícil essa coisa de ficar separando o NERD de mim, então toda vez que eu me referir a mim, leia-se NERD e vice-versa! Entendeu? Rsrsrsrsrsrsrsr

Bom, saindo da filosofia e voltando para a prática, a verdade é que ela ficou coladinha em mim. Ela estava com o lencinho no rosto, com uma calcinha escrotissíma, daquelas que mal cobre a frente a atrás tem o nome “SEXY” na junção das três tiras que compõe a calcinha, era preta. Ela já estava sem o sutiã, que só pra constar fazia par com a calcinha. Quando eu olhei nos seus olhos não tive duvidas, eram duas fogueiras acesas. Não pestanejei. Fui de encontro a ela com todo fogo que ardia em mim. Era tudo muito selvagem, nos agarrávamos com tanto desejo que parecia que éramos as ultimas pessoas no mundo. Ela começou a tirar minhas roupas enquanto eu tentava correr seu corpo com minhas mãos, queria mapear cada milímetro daquele corpo (hummmm e que corpo). A única coisa que não queria que ela tirasse era o lenço, mas tudo bem. Eu já estava no fogo então...

Ela já havia tirado minha camisa e agora estava tirando minha calça. Dentro da cueca, “ele”, já estava em ponto de bala, louquinho pra entrar em cena. Ela tirou minha calça e me empurrou na cama. Puxou minha cueca com uma agilidade que poucas profissionais possuem. Montou por cima de mim me beijou a boca depois meu pescoço e começou a descer até meu peito. Chupou meu mamilo, horas mordiscando, horas apenas chupando. O NERD, já estava perto de melar tudo, mas eu tentava desviar sua concentração pra aproveitar toda aquela disposição de nossa baranga. Ela continuou a descida, beijou minha barriga e foi descendo até chegar no parquinho de diversões. Caraca, a baranga estava mesmo sedenta por sexo, porque nunca tinha visto tamanha gula. O NERD, não passava vergonha, estava na casa dos 20cm e ela engolia tudo até o talo. O ritmo era frenético. Parecia uma máquina. Nosso NERD estava delirando, quase atingindo o nirvana. Mas eu perturbava sua mente todo o tempo para que ele não antecipasse o fim daquela deliciosa brincadeira. Depois de muito se divertir e me dar prazer, foi minha vez de atacar. Puxei ela pelos braços, virei a posição, segurei suas mãos e comecei a beija-la. Beijei sua boca, orelha, pescoço. Ela cheirava bem, o perfume era bom, mas o cheiro de seu sexo era melhor, todo seu corpo exalava tezão. Comecei a correr minha língua por seus mamilos, fazendo movimentos circulares, e dava leves mordiscadas, eles estavam rijos e seus pelos todos eriçados. Desci e beijei seu umbigo, passava minha língua nele, ela murmurava e soltava pequenos gemidos, a respiração sempre ofegante. Desci um pouco mais, e tirei sua calcinha com meus dentes. Abri suas pernas lentamente e logo pude ver sua grutinha de vênus. Rosada, toda molhadinha, pulsando quase que piscando pra mim. Senti nosso amigo NERD hesitar, mas não deixei que ele jogasse agua no brinquedo. E o fiz cair de boca.

Meus movimentos eram intensos, eu revezava entre o seu grelinho e a sua grutinha, e a cada avanço da minha língua, um gemido ainda maior. Ela estava louca! E mais louca ficou quando coloquei um de meus dedos na sua grutinha. O fato de ela esta toda molhadinha facilitava o vai e vem de meu dedo. Ela estava com tanto tesão que quase uivava de prazer. Ficava me pedindo para penetrá-la, mas eu a maltratava. Deixando-a ainda mais desesperada pelo clímax. Resolvi então colocar um outro dedo no seu botãozinho. No primeiro momento um ligeiro desconforto, depois ulos de prazer, acompanhados por movimentos frenéticos, pareciam espasmos de quem estava a sofrer uma crise epilética. Os movimentos e os ulos aumentavam e aumentavam e aumentavam, até que ela se explodiu de prazer!! Senti meus lábios molhados e o seu corpo tremulo!

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